terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O que é o amor?



Esta foi uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos.
As crianças são sábias... vamos aprender juntos???

Respostas:

"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos" - Mathew, 6 anos

"Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite" - Rebecca, 8 anos

"Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras" - Lauren, 4 anos

"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo" - Tommy, 6 anos

"Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente" - Billy, 4 anos

"Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela" - Chrissy, 6 anos

"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, ara ter certeza que está do gosto dele" - Danny, 6 anos

"Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta" - Bobby, 5 anos

"Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta. - Nikka 6 anos.

"Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda" - Samantha , 7 anos

"Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de deus, mas o amor de deus junta os dois" - Jenny, 4 anos

"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford" - Chris, 8 anos

"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo" - Cindy, 8 anos

"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo" - Jessica, 8 anos

"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não" - Patty, 8 anos

"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro" - Mary Ann, 4 anos

"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor" - Max, 5 anos".

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Procura..

'Ei,você,por favor ajude-me a encontrar

nosso beijo,nosso jeito,nosso eixo

que se perdeu...

Ei,você,sabe em que momento

perdemo-nos de nós?Em que

momento o amor perdeu a voz...?

Sabe me dizer onde foram

parar as estrelas viajantes

do nosso céu...?

Os sorrisos que insistiam

em permanecer em

nossos lábios de mel...?

As canções que nosso corpo

compunha em noites azuis...

As paredes testemunhavam

Tantos ais,tantos uis...'

[...]

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

As Atitudes Tudo ou Nada


Percebo que as pessoas que decidem

transformar sua vida

desenvolvem um tipo especial de atitude.

Elas se empenham em cada ação

como se a vida inteira dependesse desse esforço.

Elas vêem a construção do futuro como a única forma de viver

como fazem os oficiais com seus soldados

em situações desfavoráveis de batalha.

Em outras palavras,

decidem queimar as pontes que permitem retroceder.

Nessas decisões radicais, é importante assumir,

também, um comportamento radical.

Nos grupos de Alcoólicos Anônimos fala-se muito

sobre o perigo de tomar um único copo de bebida,

pois a decisão de parar de beber tem que vir

acompanhada de uma atitude do tipo tudo ou nada.

Uma pessoa dependente dos pais que resolve morar sozinha

não pode mais chegar atrasada ao emprego

porque perdeu a hora.

Terá, pelo menos, de comprar um despertador eficaz

porque não haverá ninguém para acordá-la toda manhã.

Um empresário que está à beira da falência

não pode continuar gastando sem nenhum controle.

A decisão de partir para o tudo ou nada

é somente o primeiro passo.

Depois da decisão, precisa haver atitude.

Há pessoas que se casam,

mas querem levar a vida de solteiras.

Resultado: o casamento fracassa.

Há pessoas que decidem ter filhos,

mas querem continuar a viver

como se os filhos não existissem.

Resultado, teremos crianças órfãs de pais vivos.

Lembre-se, há dois tipos de atitudes:

as atitudes tudo ou nada

e as atitudes mais ou menos.

Uma atitude mais ou menos sempre leva

a um resultado medíocre.

É importante entender com toda clareza que,

durante um processo de transformação radical,

a atitude de fazer um pouco de cada vez

nos trará resultados muito parecidos aos que teríamos

se não fizéssemos nada.

Quem quer fazer uma revolução na vida

precisa tomar uma atitude radical.

E, quando se toma uma decisão radical,

é preciso continuar caminhando

pela estrada que escolhemos com comprometimento,

determinação e fé.

Nossas atitudes devem ter a mesma intensidade

das decisões que tomamos.

Uma atitude tudo ou nada é mergulhar em um novo amor

como se sua respiração dependesse

da respiração do seu companheiro.

É sair da casa dos pais e cuidar de suas responsabilidades

como se houvesse apenas você no mundo

para pagar suas contas.

É aprender uma nova profissão

como se sua vida dependesse dessa empreitada.

É abraçar o novo emprego como se essa fosse

a última oportunidade de sua vida.

Porque é preciso correr atrás de nossos objetivos

com a determinação de um faminto

que anseia por um prato de comida.

Buscar a água como um homem perdido no deserto.

Dançar a música da vida

como se seu corpo e sua alma fossem

os instrumentos dessa música!

Afinal, se você romper as grades da gaiola,

mas não bater as asas para valer,

jamais poderá voar de verdade!

Roberto Shinyashiki

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O Vento

Posso ouvir o vento passar,
assistir à onda bater,
mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver...
Eu pensei..
Que quando eu morrer
vou acordar para o tempo
e para o tempo parar:
Um século, um mês,
três vidas e mais
um passo pra trás?
Por que será?
... Vou pensar.

- Como pode alguém sonhar
o que é impossível saber?
- Não te dizer o que eu penso
já é pensar em dizer
e isso, eu vi,
o vento leva!
- Não sei mais
sinto que é como sonhar
que o esforço pra lembrar
é a vontade de esquecer...
E isso por que?
Diz mais!
Uh... Se a gente já não sabe mais
rir um do outro meu bem então
o que resta é chorar e talvez,
se tem que durar,
vem renascido o amor
bento de lágrimas.
Um século, três,
se as vidas atrás
são parte de nós.
E como será?
O vento vai dizer
lento o que virá,
e se chover demais,
a gente vai saber,
claro de um trovão,
se alguém depois
sorrir em paz.
Só de encontrar... Ah!!!


Los Hermanos

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

DA CHEGADA DO AMOR

Sempre quis um amor
que falasse
que soubesse o que sentisse.

Sempre quis uma amor que elaborasse
Que quando dormisse
ressonasse confiança
no sopro do sono
e trouxesse beijo
no clarão da amanhecice.

Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.


Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.

Sempre quis um amor cujo
BOM DIA!
morasse na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.

Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa
do pano de fundo dos seres
não assustasse.

Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.

Sempre quis uma amor
que não se chateasse
diante das diferenças.

Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o
futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar
o desenho
do invólucro e compará-lo
com a calma da alma
o seu conteúdo.

Contudo
sempre quis um amor
que me coubesse futuro
e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira
ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amor
que sem tensa-corrida-de ocorresse.

Sempre quis um amor
que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.

Sempre quis um amor
de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente
nas nossas mãos.

Sem senãos.

Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.

Eu sempre disse não
à constituição dos séculos
que diz que o "garantido" amor
é a sua negação.

Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes
de chegar a esse céu
se anunciasse.

Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.

Sempre quis um amor não omisso
e que suas estórias me contasse.


Ah, eu sempre quis uma amor que amasse.


Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", Editora Record - Rio de Janeiro, 1999,

Elisa Lucinda

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Eu te amo não diz tudo!



O cara diz que te ama, então tá!
Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso,
as três palavrinhas mágicas.
Mas ouvir que é amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de quilômetros.

A demonstração de amor requer mais do que beijos,
sexo e palavras. Sentir-se amado, é sentir que a pessoa
tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade,
que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e
que dá uma sacudida em você quando for preciso.

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que
você contou há dois anos, é vê-la tentar reconciliar você com
o seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste
e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo
tempestade em copo d'água.

Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro
e que não transformam a mágoa em munição na hora
da discussão...

Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada,
aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.

Sente-se amado quem se sente seguro para ser
exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação,
pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.

Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda,
mas escuta. Agora, sente-se e escute:
Eu te amo! Não diz tudo!

"Me ame quando eu menos merecer,
que é quando eu mais preciso."

Arnaldo Jabor

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tum tum tum...

É tudo muito claro,nítido,perceptível. O erro,o acerto que o erro me deu..Gente! Como assim passeio leve,agora?Sem culpa,sem o antes e depois passeando em minha mente sempre...
Sem os “porquês”,os “aindas” ,sem os mas..Leve..Carrego lembranças sim,claro,como sorriria sozinha?Mas estas tomaram seu lugar..Cedo demais?O que é cedo ou tarde?Alguém me explica?Onde começa e onde termina um amor?Onde começa e onde termina uma saudade?Onde termina o calor e começa o frio e quando o frio acaba,em que momento vem o calor?Sinto que o fato de estar só,nada mais é do que um fato,é sua vida,vc nunca está só de verdade,vc sempre se tem..E eu tinha me perdido de mim já faziam anos..Sentia uma saudade inexplicada sempre por alguma coisa que eu julgava ser algo ou outro alguém..Vivia sempre em nostalgia,e confesso que gosto dessa sensação,RS,ela me transporta,me proporciona viagens que se eu acreditasse,acharia até que que me levava para vidas passadas..Lugares que eu já fui,pessoas que conheci,pq é tudo muito nítido.Lembro,com muito carinho,de quando eu era criança,os medos,ansiedades,amores,vontades..de como eu era uma criança branca,pura..rs..de como eu não via empecilho de eu ser uma Paquita da Xuxa,mesmo eu sendo gordinha,ou uma das Chiquititas..rs..boba,eu..Lembro de como meu peito ardia quando eu via uma velhinha,sempre a mesma,passando na minha rua cheia de sacolas de compra,pesadas,num dia de muito sol,e eu no portão de casa,fazendo sei lá o que..Ficava pensando em o que as pessoas mais humildes que passavam por lá pensavam,pensavam de pensar mesmo,em suas cabeças,sobre a vida,sobre Deus,sobre a fé,sobre o amanhã..via em seus rostos ponto final de vida,estranho..doía muito não poder fazer nada,serio,doía mesmo!
Engraçado que eu nunca parei p saber se eu tava feliz, parado mesmo p analisar.Não digo isso criança,mas adolescente,no meu primeiro namoro,sei lá..Se eu era feliz em casa,ou na escola..Não pensava!E isso é uma coisa tão necessária, posso me atrever em dizer que é a melhor coisa da vida, a felicidade.Porque tudo que fazemos hoje é,mesmo sem percebermos,é pra chegar nela..Muito trabalho pra que?Pra ter dinheiro, pra ter prazer,pra ter uma boa vida e desfrutar da alegria de estar vivo,sei lá...penso assim..
Hoje,analisando tudo,vejo que sou uma pessoa feliz,com tudo que a vida tem...dívidas,saudades,faltas,luta,lágrimas...sou feliz sim!
Tenho uma família linda,com saúde,que me ama e faz todo por mim e EU POR ELA,cúmplices!
Tenho amigos,embora poucos,que sei que posso contar e eles contar comigo, doação!
Tenho uma profissão que,se me permito dizer,veio do ventre,pq é incrível essa nossa afinidade,mas essa historinha fica pra uma próxima,mas voltando eu amo minha profissão,trabalho com gosto,carinho!
E,tenho a vida,que ta aí,pra me fazer chorar,rir,descobrir,decepcionar,viver,viver,viveeeer!rs
Minhas asas estão crescendo e isso,hoje,me faz ,de coração feliz!